Crise Econômica: Assunto vem assombrando empresários e trabalhadores

Crise Econômica

Crise Econômica: Frente a pandemia, estudiosos do Brasil e do Mundo se preparam para uma possível crise.

Sabemos que não é a primeira vez que o Brasil enfrenta uma Crise Econômica. Desde 2008, o governo brasileiro tem evitado com sucesso a crise mundial, mas o governo não tem conseguido manter as medidas tomadas, o que tem estimulado o consumo no Brasil. Isso gerou um sério desequilíbrio nas contas públicas.

Além disso, devido a sucessivos escândalos de corrupção, a desconfiança dos investidores estrangeiros no Brasil piorou a situação.

Para salvar a situação, uma das propostas do governo anunciadas em 2017 era a privatização de cerca de 57 empresas estatais, entre elas a Eletrobras-Centrais Elétricas Brasileiras S.A., sediada no Rio de Janeiro.

O pacote também inclui a privatização da casa da moeda.

O aeroporto doméstico de São Paulo, Congonhas, foi incluído no plano de privatização e a lista foi excluída.

Em 2018, devido ao alto índice de rejeição do presidente Michel Temer, a crise continuou castigando o Brasil e agravando a crise política.

Por outro lado, durante os primeiros meses do governo de Bolsonaro, o dólar e os preços da gasolina continuaram a subir.

Origem da Crise

A crise econômica do Brasil é causada por muitos fatores, pois é impossível dar uma explicação para este fenômeno.

Podemos entender pelas condições históricas do Brasil, porque o Brasil é um tradicional fornecedor de matéria-prima.

Da mesma forma, devido à desigualdade estrutural, quando o Brasil experimenta crescimento econômico, nem todas as classes sociais serão beneficiadas.

O governo Lula partiu de um país estável e sem inflação. O crescimento econômico que prometeram ainda não começou, mas nunca foi alcançado.

Para isso, o governo Lula implementou uma política de descontos e crédito barato para empresários selecionados pelo governo. Também tornou o governo um grande investidor e realizou muitas obras públicas.

Com isso, a renda das categorias D e E aumentou, os hábitos de consumo e investimento mudaram e a demanda da população brasileira disparou. Não estimulou poupança e investimento de longo prazo.

A situação externa é boa porque as exportações mundiais de mercadorias aumentaram fortemente.

Quando estourou a crise mundial em 2008, o governo Lula tomou algumas medidas para garantir que o maior mercado interno continue sustentando a demanda brasileira.

Portanto, implementou uma série de isenções fiscais para eletrodomésticos, automóveis e produtos de construção. O Brasil chegou a atingir uma taxa de crescimento do PIB de 7,6% em 2010.

Mas, segundo o economista Ricardo Amorim (Ricardo Amorim), todas essas medidas estimulam o consumo e não a produção.

Época do Governo Dilma

Agora começaremos a tratar sobre a época em que nosso país começou a ser comandado por Dilma Rousseff. Em 2010, o governo Lula acabou, e sua sucessora Dilma Rousseff não teve a mesma capacidade de unir o governo.

Ela repetiu as mesmas políticas de Lula: juros subsidiados, crédito barato de comerciantes aliados do governo e isenções de impostos, isenções de impostos e desvalorização da moeda.

Essa simbiose entre os empresários favoritos do governo acabou levando à corrupção e ineficiência. É fácil verificar por meio de uma pesquisa chamada lava-jato.

Da mesma forma, para evitar a inflação, as tarifas públicas foram congeladas. No entanto, a quebra de contrato com a concessionária repassou o custo para o público.

Com essas medidas, o país entrou em recessão tecnológica em meados de 2014. A produção industrial, a massa salarial real e o PIB caíram 3,8% em 2015.

Em 2015, a presidente Dilma Roussef anunciou uma série de aumentos de impostos, como IPI para produtos industriais e IOF para transações financeiras.

Por meio de todas essas resoluções, várias empresas brasileiras do setor têxtil e de plásticos mudaram-se para o vizinho Paraguai para evitar os altos impostos brasileiros.

Desse modo, a reputação da presidente Dilma caiu, tanto que ela não conseguiu lançar luz sobre a aliança do partido com os aliados.

Após isto veio o impeachment de Dilma Rousseff. E o desenrolar da história vocês já conhecem.

Agora com a pandemia do Covid-19, o cenário ainda é de muita incerteza e medo, pois não sabemos até quando vai durar, se teremos novos bloqueios de comércios entre outras atividades.

O que recomendamos neste momento, é fixar este conteúdo de acontecimentos anteriores para possíveis questões que podem ser cobradas mas também ir acompanhando noticiários afim de se manter sempre atualizado dos acontecimentos

Dicas

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