15/06/2016 - Notícias

Obesidade - Atualidade Enem e Vestibular



Saiba mais sobre a  Obesidade no nosso resumo de Atualidades Enem e Vestibular




Atualidades é uma das matérias que caem tanto no Enem como em outros vestibulares. Vamos ajudá-lo a estar por dentro dos assuntos, com temas que possam cair em sua prova.
 

#ATUALIDADES: Obesidade

A obesidade é um dos maiores desafios da saúde pública no século 21. O problema afeta muitos países, especialmente os economicamente desenvolvidos e é mais grave quando se fala em obesidade infantil.

No Brasil, a obesidade infantil tem crescido nas últimas duas décadas e pode estar relacionada a fatores hereditários, mas também aos maus hábitos alimentares e sedentarismo.

Mas antes de tudo, o que é obesidade?

Sobrepeso e obesidade são definidos pela Organização Mundial da Saúde como o acúmulo de gordura anormal ou excessivo que apresentam risco para a saúde.

A obesidade é medida através do índice de massa corporal (IMC). Para calcular, é preciso dividir o peso em quilogramas pelo quadrado da altura em metros (IMC = peso/altura²).  Uma pessoa com IMC igual ou superior a 25 é considerada com sobrepeso. Já uma pessoa com um IMC de 30 ou mais é considerada obesa.

Existem especialistas que relacionam a obesidade a problemas psicológicos, comportamentais, metabólicos e genéticos. Mas independente da origem, a obesidade deve ser tratada para prevenir inúmeras doenças.

Números divulgados pela OMS em 2013 mostram que 2,8 milhões de pessoas morrem por ano devido a problemas causados pelo excesso de peso. Segundo a Iniciativa de Vigilância da Obesidade Infantil, um terço das crianças do mundo inteiro, entre 6 a 9 anos estão obesas ou acima do peso. Já no Brasil, uma em cada três crianças sofrem com a doença.

Crianças que já apresentam sobrepeso ou obesidade, tendem a ficar obesas na idade adulta e desenvolvem doenças ainda jovens, como diabetes e problemas cardiovasculares por exemplo.

Para resolver o problema, é preciso vencer a propaganda. A OMS declarou que a propaganda de alimentos nocivos se mostrou desastrosamente eficaz nas crianças. Tanto na TV como nas redes sociais, os alimentos ricos em gorduras, sódio e açucar, e pobres em vitaminas, minerais e outros nutrientes saudáveis, quando são promovidos, apresentam risco significativo para obesidade infantil e em uma idade mais avançada, para doenças crônicas.

A publicidade vende os produtos industrializados ricos em gordura, sal e açúcar, que são os três componentes da dieta moderna, e a mistura deles dá sensação de prazer. Por isso tendem ser preferência da nova geração de crianças e adolescentes que consomem excessivamente alimentos e bebidas industrializados.

Juntamente com essa preferência, é na infância que nosso corpo produz células adiposas, responsáveis pelo armazenamento de gordura no corpo. Por serem elásticas, quando ingerimos alimento em excesso, são estimuladas a armazenas gordura, podendo adquirir até dez vezes o seu tamanho normal. Quando chegam a esse limite, se dividem ao meio e dão origem a uma nova célula. Mas é a partir da adolescência que as células perdem o poder de duplicação.

Para tentar combater os efeitos de desinformação na vida das crianças, diversos projetos já estão no Congresso Nacional para exigir das marcas mais transparências nas informações que alertam sobre os ingredientes não saudáveis que estão presentes na composição do produto.

Outros fatores econômicos, sociais, políticos e culturais também contribuem para a obesidade. Os hábitos alimentares, aumento das redes de fast-food, falta de regra nos alimentos comercializados nas escolas e o sedentarismo contribuem para o desequilíbrio entre o consumo de alimentos e o gasto de calorias.

A prática de exercícios físicos alidas a uma alimentação equilibrada são regras fundamentais não apenas para as crianças, mas para todos que desejam ter uma vida saudável. Lembrando que as crianças aprendem pelo modelo dos pais. Por isso, quando os veem se exercitando, tal atitude vai estimular a criança, desde cedo, a adquirir hábitos saudáveis. Caso contrário, não. Os filhos provavelmente serão sedentários como os pais. 

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