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28/04/2018 - Notícias

COP21

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Foi adotado no dia 12 de dezembro de 2015 um novo acordo global para combater os efeitos das mudanças climáticas durante a 21ª Conferência das Partes (COP21) realizada em Paris. O documento, cohecido como Acordo de Paris, foi ratificado pelas 195 partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e pela União Europeia, com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de dois graus Celsius e limitar o aumento da temperatura a 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.

Esta Convenção-Quadro tem princípios universais que reconhece a existência de mudanças climáticas antropogênicas, o que significa que são de origem humana, para dar aos países industrializados a responsabilidade de combatê-las. De acordo com o documento, os países desenvolvidos vão investir 100 bilhões de dólares por ano nos países em desenvolvimento para cortar a emissão de gases e adaptar as mudanças climáticas.

Assim, todos os países se comprometem a reduzir emissões dos gases estufas e se unem para combater a mudança climática. E tudo isso é decidido anualmente pela Conferência das Partes (COP), o orgão responsável pela decisão da Convenção para que tais metas sejam cumpridas.

No dia 4 de dezembro de 2016 o Acordo de Paris virou lei em todos os países que assinaram e concordaram a estabilizar o aquecimento global.

A NDC do Brasil se comprometeu a reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 37% abaixo do que no ano de 2005, em 2025, com uma contribuição indicativa de reduzição de até 43% em 2030. Para isso acontecer, o país quer aumentar a participação de bioenergia sustentável na sua matriz energética para 18% até 2030, além de alcançar uma participação de 45% de energias renováveis na composição da matriz energética; e restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas.

Além disso, a redução em termos de emissões de gases do efeito estufa por unidade do PIB no Brasil está estimada em 66% até 2025 e em 75% em termos de intensidade de emissão em 2030, ambas as porcentagens em relação a 2005.

E você, acha que essa preocupação em formalizar o desenvolvimento de contribuições nacionais vai exigir que os países cumpram com o compromisso de combater os efeitos das mudanças climáticas?

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